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A EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI

A UNESCO, em sua Conferência Geral, em novembro de 1991, propôs que se constituísse uma comissão internacional encarregada de refletir sobre educar e aprender para o século XXI. Formada em comissão internacional encarregada de refletir sobre educar e aprender para o século XXI. Formada em 1993 com o concurso de 15 personalidades de diferentes países de todas as regiões do mundo, apresentou o relatório final em setembro de 1996. A partir da constatação de que no século XXI as mudanças seriam rápidas e sem precedentes, o relatório se pergunta qual será a missão da educação. A resposta é abrangente, e cabe ao Colégio, criar as condições necessárias de aplicação no seu processo educativos, para que a criança e ao adolescente construam os saberes progressivamente, como bases das competências do futuro.

 

Numa sociedade em rápida transformação, são vários os motivos pelo qual se exige saberes construídos e aplicados progressivamente:

  1. Pela velocidade com que as informações hoje perdem a validade, fazendo com que o acumulo de informações não tenha mais valor, senão para poucos meses ou anos de utilidade profissional.
  2. A necessidade que o indivíduo construa um projeto de vida pessoal e social consistente e coerente, ainda que bombardeado por ondas de informações fragmentadas, ilusórias e contraditórias.
  3. A necessidade de adaptar-se e empreender em um mundo em mudança exige que educação seja atividade na qual hora e lugar não tenha grande importância, o que significa que, a maior parte da educação deva ocorrer fora da sala de aula.

 

Para responder a essas necessidades, a educação deve organizar-se, segundo a UNESCO, em torno de quatro aprendizagens: aprender a aprender; aprender a fazer; aprender a conviver; aprender a ser. E no centro da intercessão dessas quatro aprendizagens emana o aprender a crer, que é a ponte de partida das outras aprendizagens.

  1. Aprender a aprender:
  2. Aprender a fazer:
  3. Aprender a viver juntos:
  4. Aprender a ser:
  5. Aprender a crer.

 

 

A escola da inteligência

 

A Escola da Inteligência é um programa educacional que objetiva desenvolver a educação socioemocional no ambiente escolar. Fundamentada na Teoria da Inteligência Multifocal, elaborada pelo Dr. Augusto Cury, a metodologia promove, por meio da educação das emoções e da inteligência, a melhoria dos índices de aprendizagem, redução da indisciplina, aprimoramento das relações interpessoais e o aumento da participação da família na formação integral dos alunos. Todos os envolvidos – professores, alunos e familiares – são beneficiados com mais qualidade de vida e bem-estar psíquico. Atualmente, o Programa atende diretamente mais de 200 mil alunos em escolas de todo Brasil.

 

 

Fundamentação

 

A metodologia da Escola da Inteligência é fundamentada na Teoria da Inteligência Multifocal, que analisa o funcionamento da mente, os fenômenos que constroem pensamentos e emoções, e fornece técnicas para a formação de pensadores e competências para o desenvolvimento pessoal, social e profissional.

 

Além da Teoria da Inteligência Multifocal, de autoria do Dr. Augusto Cury, a Escola da Inteligência utiliza também outras renomadas teorias, como: Inteligências Múltiplas de Howard Gardner, a Psicanálise de Sigmund Freud, a Cognitivista Construtivista de Jean Piaget, a Sociocognitivista de Vygotsky, entre outras, e está alicerçada no pensamento filosófico de Sócrates, Platão, Agostinho, Rousseau, Wallon, Voltaire, Kant, Hegel e outros grandes filósofos.

 

A Escola da Inteligência promove junto ao Carpe Diem o desenvolvimento de importantes competências, objetivando:

  • Aumentar o rendimento intelectual e a aprendizagem dos alunos;
  • Desenvolver a postura empreendedora e a criatividade;
  • Promover o trabalho em equipe, altruísmo e autoestima;
  • Melhorar as relações interpessoais entre gestores, professores, alunos e famílias;
  • Promover qualidade de vida e saúde emocional para professores, alunos e famílias;
  • Instrumentar as famílias na busca da melhoria de aprendizagem dos filhos;
  • Buscar a redução dos índices de violência, evasão e uso de drogas nas escolas.

 

 

O idealizador

 

O Dr. Augusto Cury é o idealizador do Programa Escola da Inteligência, o qual renunciou os direitos autorais e patrimoniais para tornar a metodologia mais acessível às instituições de ensino privadas e públicas, e também para ampliar o investimento em projetos sociais junto a orfanatos e instituições sem fins lucrativos. Dr. Augusto Cury informa, em mais de 60 países onde é publicado, que nas escolas aprendemos a explorar os detalhes dos átomos que nunca veremos a olho nu, conhecemos sobre o imenso universo que provavelmente nunca pisaremos, mas aprendemos muito pouco sobre o território que andamos, respiramos, existimos e convivemos todos os dias, o território da mente humana. Portanto, o Programa Escola da Inteligência vem ao encontro de uma das principais necessidades atuais da educação, que é o desenvolvimento das habilidades socioemocionais, por meio do conhecimento sobre a mente humana e os comportamentos, objetivando a melhoria do ensino-aprendizagem, da qualidade de vida e do bem-estar Psíquico de todos os atores educacionais: professores, alunos e família.

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